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Hoje foi um dia triste para todos os ciclistas de nosso país, nosso maior ídolo se foi deixando todos nós órfãos.
Com essa tragédia não se foi somente a pessoa do “Batateiro” e sim todos seus conhecimentos, suas belas histórias do ciclismo e que não eram poucas, como também sua simpatia, humildade e atenção que dava a todos sem distinção, uma pessoa ímpar.
Só quem o conhecia sabia da tamanha bondade em que ele tinha com os atletas mais necessitados chegando a tirar dinheiro do próprio bolso para poder comprar o que seus atletas necessitava.
Sua associação foi um sonho que ele colocou em prática ele fazia o possível e o impossível para dar de tudo que seus “pupilos” necessitava.
Mas quis o destino o levar da melhor forma, em uma prova de ciclismo e andando forte “na tramela” como sempre andou essa era sua marca própria.
Agora o que fica de bom que ele nos deixou é seus conhecimentos que foram passados adiante, seu legado que iremos perpetuar.
A pequena cidade de Batatais estava em comoção pois perdia seu mais famoso morador e o ginásio de esportes “Marinheirão” ficou cheio a madrugada e o dia todo, até na hora do cortejo.

Cortejo esse que foi um dos maiores que pude presenciar e todos os seus atletas da associação e amigos estavam com suas bikes acompanhando e ao chegar no cemitério fizeram um corredor de bikes para o carro funerário atravessar levando seu corpo.
E com toda a certeza a saudade vai ficar, quando chegarmos nas provas e sabermos que não mais o encontraremos, nossos corações vão ficar vazios, mas nossos pensamentos irão transbordar de recordações boas.
Aquela velha frase notória que ele dizia aos amigos mais chegados ” e ai Tião como você está” sim ele chamava seus amigos de “Tião” não iremos mais escutar.

